Blefaroplastia. Cirurgia de correção de pálpebras crescer entre homens e mulheres.

O procedimento pode ser feito em qualquer idade, porém é muito mais comum acontecer depois dos 30. Quem é
que não fica de olho nos sinais da idade chegando?! O rosto é o primeiro a mostrar que o tempo está passando e em
especial, as pálpebras, que são a pele mais fina do corpo humano, sofrem antecipadamente as consequências da
idade.

Homens e mulheres percebem que precisam de um oculoplástico quando olham no espelho e não gostam da
imagem da área dos olhos. A oculoplástica ou cirurgia plástica ocular é a área especializada da oftalmologia que
cuida das alterações das pálpebras, vias lacrimais e órbitas.

Segundo o último levantamento realizado pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, em 2015 foram registradas
cerca de 145 mil intervenções cirúrgicas, que visaram corrigir as pálpebras caídas e o excesso de pele. Esse
problema, é um processo natural que pode ser consequência tanto da flacidez dos tecidos, relacionada à pele,
quanto da muscular, que só são evitadas com o fortalecimento dos tônus. Mas, pálpebras caídas ou excesso de pele,
não aparecem somente por conta do envelhecimento, destaca o médico cirurgião oculoplástico, Dr. André Borba.
“A blefaroplastia é cada vez mais comum em pacientes de várias idades. O problema pode estar associado pela
própria condição anatômica e familiar, como em orientais por exemplo, que não possuem a dobra ou sulco
palpebral”, explica Dr. Borba. Quando o excesso de pele bloqueia o campo visual é hora de procurar um profissional
qualificado.

À medida que o problema progride, a pálpebra pode obstruir a visão central. Por isso que a cirurgia das pálpebras, a
blefaroplastia, é indicada nesses casos. O procedimento é relativamente simples e os resultados são impactantes na
aparência. “Para que o efeito seja realmente gratificante, o paciente deve tomar todos os cuidados indicados pelo
especialista no pré e no pós-operatório, período de grande importância para recuperação”, explica Dr. André Borba.
Vale deixar claro que tanto na parte inferior, onde são comuns a presença de bolsas de gordura, quanto superior
dos olhos, a cicatriz é discreta e tende a ficar inaparente até o 6º mês do pós-operatório.

Existem casos específicos de procedimentos não cirúrgicos que podem amenizar as queixas do paciente.
O tratamento da área periocular com o uso do ácido hialurônico, associado ou não ao laser de CO2 podem suavizar
e tratar alguns sinais de envelhecimento nas áreas dos olhos, em outros casos, dependendo do quadro do paciente,
somente a cirurgia é eficaz”, pontua o oculoplástico Dr. André Borba.

 

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